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sexta-feira, 3 de abril de 2009

Resgate de memória das cartilhas: De "Caminho Suave" a "Porta Aberta"

Neste encontro, de sistematização do fascículo 6, os cursistas tiveram a oportunidade de analisar os aspectos relevantes das cartilhas e dos livros didáticos de língua portuguesa. Os principais pontos discutidos foram:
•As cartilhas ocupam papel central nas salas de alfabetização;
•Tem sido a base exclusiva ao definir e regular todos os passos da prática de ensino da leitura e da escrita;
•Crítica: não são todas as cartilhas que explora o uso e as funções sociais da escrita (práticas de letramento);
•As cartilhas trazem “pseudostextos” para alfabetizar os textos cartilhados se caracterizam, portanto, de um amontoado de frases que, juntas não correspondem a um texto, uma vez que não possuem uma unidade de sentido (texto significativo);
•Exercícios possuem em sua natureza mecânica e repetitiva, que possibilitava o aluno a realizá-las sem necessariamente “escrever” (cópias mecânicas ou complete...);
•A teoria de aprendizagem que está por trás dos métodos tradicionais pressupõem que o aluno aprende de forma passiva, recebendo prontas as informações que o livro ou seu professor lhe dá sobre letras/fonemas/sílabas e memorizando-as pela repetição;
•As tarefas nunca levam o aluno a refletir sobre as palavras, nunca estimula o aluno a analisar suas propriedades (quantidade, variedade de letras, relação entre partes escritas e partes pronunciadas, etc.)
Mas, as cartilhas evoluíram, e irão continuar a inovar:
Algumas trazem textos representativos de gêneros variados, como bilhete, instrução de jogo, contos de fadas, reportagem, receita, verbete de enciclopédia, trava-língua, cartaz publicitário, notícia de jornal, etc.

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